TOP 10: Jogos de SNES que todo mundo já jogou

Quem foi criança (adolescente e adulto nerd também conta) nos anos 90, sabe muito bem a emoção de ter um Super Nintendo em casa. Era o vídeo game que unia ainda mais o pai com os filhos (o meu caso) ou que gerava amizade com as pessoas da escola que sabiam “password”, ou conseguiam passar daquela fase super difícil na qual você já tinha tentado de tudo. Mas também gerava altas tretas nos joguinhos de luta e corrida.

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Como os cartuchos eram “sensíveis”, ou você tomava cuidado na hora de tirar e colocá-lo do vídeo-game ou então dava “tchutchi” (eu não sei escrever, só sentir) e se isso acontecesse, você poderia cair em lágrimas, porque tudo o que  tinha jogado até aquele momento já era. Mas tinha alguns jogos maravilhosos que contavam com o “password”, na qual toda vez que passava de fase, aparecia. Então anotávamos essas senhas em um caderninho, que eu tenho ate hoje (*-*).

E por ele ter sido o meu primeiro vídeo-game, me marcou muito, assim como marcou a vida de muita gente por aí e nada melhor que relembrar alguns dos jogos clássicos e, que tenho certeza, que você em algum momento da vida já jogou. E sim, vai ter Mario!

10. Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest (Rare, 1992)

Eu joguei muito o Donkey Kong Country 1, mas esse mexeu com meus sentimentos. A trilha sonora do jogo é foda, as fases são bem mais difíceis, eu amava os gráficos e eu ainda podia jogar com a Dixie Kong (Ownn, muito amor aquele cabelinho dela segurando nas coisas!), porque pra quem era menina naquela época, onde o foco dos games eram os meninos, ter um personagem feminino era difícil!

9. Top Gear (Kemco, 1992)

Esse era o jogo que eu podia jogar com meu irmão,meu pai, minha prima e colegas da escola que não tinha ter problema, porque todo mundo gostava! Apesar dos gráficos serem horríveis (muito horríveis mesmo) e você não conseguir nunca chegar até o final da paisagem, porque ela sempre estava no mesmo lugar por mais que você andava, ele ainda conseguiu ser um dos melhores jogos do SNES! A trilha sonora é reconhecível há quilômetros de distância, quando você ouve já bate aquela nostalgia básica, então fiquem com um pouco dela aí:

 

8. Mighty Morphin Power Rangers (Bandai/Saban,1994)

O jogo virou febre, mas não poderia ser por menos, ele foi lançado quando a série estava no auge, porém, não vamos tirar os méritos do jogo. Apesar da sua plataforma 2D ser parecida com dezenas de outros jogos da mesma categoria, jogar com um Power Ranger era demais, né? E é claro que eu jogava com a Kimberly, apesar deu achar o Billy (gordinho) o melhor. No final do jogo você ainda tem a honra de lutar utilizando o Megazord. Era muita emoção!

7. Killer Instinct (Rare, 1994)

Sim, aquele famoso jogo do cartucho preto. Era uma coisa louca quando eu jogava, porque me assombrava porém dava emoção, principalmente quando eu conseguia jogar o adversário “abismo” abaixo. Apesar dele ter uma personagem feminina (Orchid), eu amava jogar com o Spinal.

6. The Adventures Of Batman & Robin (Konami, 1994)

Sou suspeita pra falar porque eu amo esse jogo… Tipo, muito. Foi um dos primeiros jogos de aventura que conheci e por isso fiquei apaixonada imediatamente. O fato do Batman ter todos os acessórios legais e a trilha sonora ser maravilhosa também influenciou bastante. E já era viciada no desenho, então para viciar no jogo também, foi um pulo.

5. Super Bomberman (Hudson Soft, 1993)

Eu gostava de jogar sozinha, mas juntar os amigos para jogar era melhor ainda. Só colocar o Bomberman em multiplayer e pronto, a guerra começava! Dava altas tretas quando você matava seu amigo antes de matar os jogadores automáticos, mesmo você dizendo que confundiu e que não viu quem era quem (desculpa famosa). Era risada na certa quando ficavam só os dois amigos no final tentando matar um ao outro! Gostei tanto que quando conheci o PS, carreguei ele junto! rs

4. Ultimate Mortal Kombat 3 (Midway/Acclain, 1995)

Depois da série de jogos do Mortal Kombat lançadas com sucesso, o melhor jogo de luta de todos os tempos foi lançado (Fico ainda em duvida dele e do Trilogy). Ele é uma atualização do jogo Mortal Kombat 3. Na verdade, eu deveria apenas colocar “Mortal Kombat”, porque todos eles foram muito emocionantes kkk. O fato é que todo mundo queria soltar os poderes ocultos do personagem e dar um “Fatality” top, mas haja dedo pra tanto botão que tinha que apertar! TOASTYYY

3. Side Pocket (Data East/Iguana, 1993)

Esse pode não ser o melhor jogo do mundo, na minha opinião ele ta bem longe, mas jogar sinuca através de um vídeo game e acertar a caçapa da um pouco de emoção. Com aquelas musiquinhas, eu era uma criança que se sentia em uma casa de jogos de Las Vagas. Foi louco, mas eu não conseguia jogar mais que uma hora seguida dele! kkkkkkkkkk

2. Super Street Fighter II: The New Challengers (Capcom, 1993)

A Capcom era minha desenvolvedora de jogos favorita, tenho que admitir, e Street Fighter era uma paixão porque eu viajava legal nos cenários, mas não os tornava tão realistas porque, mesmo não conhecendo os outros países, eu sabia que o Brasil não era daquele jeito! Mas as músicas me encantavam, e eu gostava muito da Índia, a “casa” do Dhalsim, ela tinha uma trilha muito animada. Mas minha jogadora favorita era a Chun Li, não tinha como não amar seus golpes. Também gostava da Cammy, mas não era tão poderosa em minhas mãos.

1. Super Mario All-Stars (Nintendo, 1993)

O cartucho traz uma coletânea dos jogos Super Mario lançadas para o Nintendo, ou seja, tem todos os jogos do Mario lançados em um só (exceto o Mario Kart, o que me deixou bem triste). Mas a emoção de jogar os jogos anteriores ao Super Mario 3, que era o único que eu jogava além do Kart, era muito boa. Eu não tive o Nintendo e por isso achava engraçado os gráficos do primeiro Mario, porém um jogo muito bem pensado e bem mais difícil. O Mario Paint, que também não tinha nesse cartucho, me encantava. Eu poderia passar horas e horas de boa colorindo tudo o que via na tela. kkkk Se quiser matar a saudades dele, clique aqui ou quiser ver o Mario Kart, clique aqui.

O fato é que esse vídeo-game marcou a vida da maioria das crianças dos anos 90, e não tinha nada de facilidade nele não, o negócio era raciocinar bastante para saber como passar de fases que pareciam impossíveis e isso que os tornava divertidos. Não tínhamos internet para pegar os “macetinhos”, ou comprávamos revistas de jogos ou contávamos com a persistência. E era tão bom quando conseguíamos virar um jogo, aquela sensação de poder e capacidade era demais. Hoje, se eu pegar um desses jogos, não passo da primeira fase. Ah, como era bom ser criança.

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