Determinar o assunto de um post é uma #arte

Normalmente, quantas vezes você utiliza o caráter especial “#” nas redes sociais digitais? Imagino que pelo menos uma vez por dia você posta uma foto, uma frase ou um link com uma hashtag em seguida. Para muitos esse comportamento já é uma rotina, mas será que a aplicabilidade destes “assuntos” é empregado de forma correta?

Vamos começar a nossa conversa com uma pergunta: qual é a real função do “#” em um texto da internet? Se a sua resposta for:  “deixar o conteúdo mais bonito”, você acaba de perder uma amizade – estou falando sério! – Mas caso você tenha cogitado a resposta: “essa é fácil! A função é tornar o conteúdo “buscável” em meio a uma gama de informações indexadas na internet!” posso considera-lo meu amigo de infância! – só que não. Bem, um sinônimo bem próximo em português que podemos substituir o caráter “#” é o bom e velho: assunto.

Games, tecnologia, filmes, séries, música eletrônica, animes, mangás e etc. Todas essas palavras são potenciais assuntos buscáveis na internet, certo? Agora, imagine um assunto chamado: “hojeodiavaiserdemais” ou “aniversáriodalucinhahojeatarde” e até “essasemanafoiumaporcariameudeusdoceu”? Acho improvável que alguma pessoa deste universo – ou de qualquer universo desconhecido pelo homem – iria buscar um assunto como os descritos anteriormente.

É importante ter um bom senso na hora de indexar um assunto em uma postagem na internet, porque é através dele que novos usuários irão descobrir o conteúdo que publica normalmente. Irei listar três exemplos das “#’s” que se comportam de forma completamente diferente na rede:

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Facebook

“Amado por vários e temido pelos sábios”. Devido ao seu algorítimo mirabolante, se você não puder tirar alguns trocados do seu bolso para impulsionar o conteúdo da página, provavelmente a sua empresa, negócio ou organização nunca será vista pela massa “populacional” de mais de 1 bilhão de usuários que povoam a rede social em todas as partes do planeta. E, sinceramente, #’s não alcançam leitores de forma efetiva na rede social de Mark Zutemberg. Arrisco dizer que apenas 10% das pessoas que foram alcançadas organicamente são capazes de ver os assuntos “lançados” por uma página na rede social.

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Twitter

Um dos microblogs mais conhecidos da face da Terra, o Twitter é um dos percursores no uso da @’s (se diz ats, do inglês) para a indexação de perfis e #’s (hashs) para a indexação de assuntos na rede mundial de computadores. Provavelmente o uso dos “assuntos” na rede social é o mais propenso para engajamentos do público, segue a mesma lógica do Facebook e outras redes: “menos é mais”. Se você puder variar o número de tags ao invés de incluí-las em uma única, não pense duas vezes, “do it!” – faça isto!.

instagram-logo

Instagram

Queridinho pelos amantes de fotografia, o Instagram é a melhor rede social fotográfica do planeta. Hoje parte do Facebook, o “Insta” é um outro exemplo de um bom “condutor” de assuntos na internet. Faça a experiência: compartilhe uma foto sem uma “#” e outra com. O número de pessoas “curtindo” a foto que compartilhou é expressivamente maior se vinculado com uma tag simples (#tbt é um bom exemplo). Em segundos, uma pessoa – que provavelmente está esperando um ônibus, um amigo, ou para ser atendido pelo médio – irá curtir a foto que acabou de fazer o upload.

É isso querido leitor, na próxima vez que for compartilhar um conteúdo na #internet, não se esqueça das #dicas que acabei de lhe dar. E lembre-se! “Menos é mais” no mundo das #tags.

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