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[SPOILER ALERT!] Motivos para considerar Kylo Ren como o melhor “vilão”de Star Wars

Seguindo um enredo heroico, o sétimo episódio da saga Star Wars está sendo considerado como um dos melhores. Para quem já assistiu ao longa – e acompanha a narrativa há algum tempo – percebeu que o diretor de The Force Awakens não só bebeu da fonte dos antigos episódios dirigidos por George Lucas, mas também mergulhou de cabeça no roteiro “original” – se é que me entende.

Dentre as personalidades apresentadas neste episódio VII, gostaria de destacar o novo “vilão” da trilogia: Kylo Ren. Filho de Han Solo e Leia Organa – portanto neto de Anakin e sobrinho de Luke Skywalker – o Jedi sombrio tem como nome de batismo, Ben Solo. Nomeado como um dos líderes do extinto Império Galático e atual Primeira Ordem, Kylo é aprendiz do Lorde Sith Snoke e responsável por desequilibrar a balança à favor do lado negro – irei explicar o porquê a diante. Continuar lendo [SPOILER ALERT!] Motivos para considerar Kylo Ren como o melhor “vilão”de Star Wars

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Determinar o assunto de um post é uma #arte

Normalmente, quantas vezes você utiliza o caráter especial “#” nas redes sociais digitais? Imagino que pelo menos uma vez por dia você posta uma foto, uma frase ou um link com uma hashtag em seguida. Para muitos esse comportamento já é uma rotina, mas será que a aplicabilidade destes “assuntos” é empregado de forma correta?

Vamos começar a nossa conversa com uma pergunta: qual é a real função do “#” em um texto da internet? Se a sua resposta for:  “deixar o conteúdo mais bonito”, você acaba de perder uma amizade – estou falando sério! – Mas caso você tenha cogitado a resposta: “essa é fácil! A função é tornar o conteúdo “buscável” em meio a uma gama de informações indexadas na internet!” posso considera-lo meu amigo de infância! – só que não. Bem, um sinônimo bem próximo em português que podemos substituir o caráter “#” é o bom e velho: assunto.

Games, tecnologia, filmes, séries, música eletrônica, animes, mangás e etc. Todas essas palavras são potenciais assuntos buscáveis na internet, certo? Agora, imagine um assunto chamado: “hojeodiavaiserdemais” ou “aniversáriodalucinhahojeatarde” e até “essasemanafoiumaporcariameudeusdoceu”? Acho improvável que alguma pessoa deste universo – ou de qualquer universo desconhecido pelo homem – iria buscar um assunto como os descritos anteriormente.

É importante ter um bom senso na hora de indexar um assunto em uma postagem na internet, porque é através dele que novos usuários irão descobrir o conteúdo que publica normalmente. Irei listar três exemplos das “#’s” que se comportam de forma completamente diferente na rede:

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Facebook

“Amado por vários e temido pelos sábios”. Devido ao seu algorítimo mirabolante, se você não puder tirar alguns trocados do seu bolso para impulsionar o conteúdo da página, provavelmente a sua empresa, negócio ou organização nunca será vista pela massa “populacional” de mais de 1 bilhão de usuários que povoam a rede social em todas as partes do planeta. E, sinceramente, #’s não alcançam leitores de forma efetiva na rede social de Mark Zutemberg. Arrisco dizer que apenas 10% das pessoas que foram alcançadas organicamente são capazes de ver os assuntos “lançados” por uma página na rede social.

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Twitter

Um dos microblogs mais conhecidos da face da Terra, o Twitter é um dos percursores no uso da @’s (se diz ats, do inglês) para a indexação de perfis e #’s (hashs) para a indexação de assuntos na rede mundial de computadores. Provavelmente o uso dos “assuntos” na rede social é o mais propenso para engajamentos do público, segue a mesma lógica do Facebook e outras redes: “menos é mais”. Se você puder variar o número de tags ao invés de incluí-las em uma única, não pense duas vezes, “do it!” – faça isto!.

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Instagram

Queridinho pelos amantes de fotografia, o Instagram é a melhor rede social fotográfica do planeta. Hoje parte do Facebook, o “Insta” é um outro exemplo de um bom “condutor” de assuntos na internet. Faça a experiência: compartilhe uma foto sem uma “#” e outra com. O número de pessoas “curtindo” a foto que compartilhou é expressivamente maior se vinculado com uma tag simples (#tbt é um bom exemplo). Em segundos, uma pessoa – que provavelmente está esperando um ônibus, um amigo, ou para ser atendido pelo médio – irá curtir a foto que acabou de fazer o upload.

É isso querido leitor, na próxima vez que for compartilhar um conteúdo na #internet, não se esqueça das #dicas que acabei de lhe dar. E lembre-se! “Menos é mais” no mundo das #tags.

Se você é apaixonado (a) pelo Google, acompanhe esta série “right now!”

Carros guiados por computadores, balões de hélio que levam o acesso a internet a lugares humildes, um aplicativo capaz de traduzir quase todas as línguas faladas pela humanidade. Parecem projetos de filmes de ficção científica, mas são tão reais quanto a voz que ecoa na sua mente durante a leitura deste texto.

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Assim que aparecer uma ideia tome nota!

De onde vem as ideias? Não me refiro as ideias aleatórias, mas as boas. Os mais espertalhões vão dizer: “da cabeça né seu sonso?”, mas não é por esse lado que eu quero levar este texto. Vou lhe contar o que eu faço para ter boas ideias, e mais, o que eu faço para elas se manterem frescas o suficiente para executa-las quando forem possíveis. Falo sobre possibilidade, pois todos nós sabemos das dificuldades financeiras, técnicas e organizacionais que enfrentamos diáriamente. Infelizmente, boas ideias exigem certos recursos que, no dado momento, inviabilizam que o processo criativo “deixe o papel”.

1. Tome notas:

Parece besteira, mas o costume que os jornalistas tem de anotar tudo que as pessoas falam, as próprias ideias  e até cenários, não é por acaso. Algumas pessoas possuem a facilidade de lembrar de coisas que viram, sentiram ou tocaram, mas todos nós possuímos imperfeições. Uma delas é a capacidade de lembrar exatamente tudo que aconteceu em um dado momento e local. Coisa que, na minha opinião, é impossível de se fazer nos dias de hoje. Temos tantas atrações para nos distraír, que muitas vezes as nossas ideias se diluírem no meio de tanta informação. Acaba que, as vezes, um papel e um lápis fazem falta. – eu sempre carrego comigo um “livro de ideias”, nele eu escrevo todas as ideia interessantes que vem na minha cabeça. Te estimulo a ter algo do tipo, e que este artifícil esteja contigo sempre. 

2. Mais do que tomar notas, grave a sua voz:

Acredito que um gravador de voz seja mais utilizado por um jornalista, um profissional que zela pela fidelidade das informações. Mas e fora da profissão de comunicador? Para que serve um gravador? Eu gosto muito de ouvir rádio, música, escutar poadcasts e etc, e este gosto por sons, me instigou a comprar um gravador para que, além de tomar notas, o ato de gravar a minha voz seja um complemento para o meu aprendizado. Algumas pessoas aprendem melhor escrevendo, só lendo, ouvindo, assistindo ou interagindo, e todos os nossos sentidos participam deste processo de absorção de informação. – atualmente eu estudo inglês com um gravador de voz perto de mim, utilizo o dispositivo, principalmente, para treinar a minha pronunciação. Mas para além do estudo, você pode utilizar o gravador para registrar as suas ideias repentinas, no ônibus, na praça, ou até durante a aula. 

3. Leia, leia e leia:

A leitura é uma ferramenta mais do que poderosa para adquirir conhecimento para o desenvolvimento de novas ideias. Não adianta você ser uma pessoa criativa se “o saco está vazio”. Ter acesso à informação é algo relativamente tranquilo nos dias de hoje. Mas ser capaz de interpretar aquela informação ao ponto de instigar o desenvolvimento de novas ideias, é uma tarefa que leva tempo, disposição e até um pouco de sorte. – ao escrever este texto, eu precisei de abrir uns três jornais online para vir a inspiração de lhe aconselhar a tomar nota das suas ideias. A inspiração não veio destes sites, mas do ato de olhar para o lado e ver meu carderno de ideias. Uma dica: estímulos geram ideias! 

4. Por falar em estímulo…

Eu sou uma pessoa muito preguiçosa. E esta preguiça reflete em uma série de coisas que eu faço durante o dia. Seja na leitura de um romance, seja durante o trabalho e até na cadeira da faculdade. Eu sou uma pessoa essêncialmente noturna. Acordo às 10 horas e durmo às 3 horas da manhã. Meu cérebro só compreende que eu preciso de prestar atenção em algo, quando eu tomo um bom gole de café. Daí, vem o estímulo. – eu não o aconselho a consumir café de forma desordenada, pois caso você não saiba, a cafeína é um estimulante corporal que possui a função de reaproveitar as energias do corpo, o mesmo vale para o energético. Se você está cansado, e não teve uma boa noite de sono, nada no universo será capaz de lhe dar energia suficiente para abosorver algum tipo de informação. Descanse, concentre e tenha boas ideias!

5. A pressa é inimiga da perfeição. E das ideias também:

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, já diziam os sábios. Eu não sou a pessoa mais passiente do mundo. Muito pelo contrário, sou o tipo de ser mais estressado que a natureza já teve notícia. E as vezes o acúmulo deste sentimento impede que eu tenha boas ideias. Pior do que isso, bloqueia certos tipos de informações que poderiam ser úteis não somente no campo das ideias, mas na prática do dia a dia também. – seja calmo com o que faz. Não sinta-se afobado para terminar um projeto, um estudo, um desenvolvimento de um trabalho ou ideia. Caso se sinta estressado com algo, leia um bom livro, é comprovado que a leitura é capaz de relaxar o corpo e a mente.

Espero que com estas dicas você possa criar, inventar e desvendar muitas ideias. Brevemente irei escrever sobre alguns livros que podem ajudar a você ter dias melhores e mais criativos.

Street League Skateboarding: mais do que um evento mundial uma iniciativa social

Eu sempre gostei de skate. Quando eu era mais novo, gostava de ligar a televisão nos finais de semana para assistir eventos como Mega Rampa, X Games e outros que eram veiculados na rede aberta de televisão . Porém, eu nunca tive a real vontade de adquirir um skate e praticar um dos esportes que mais crescem no mundo. Depois de “velho” – hoje eu tenho 22 para 23 anos, eu não me considero velho (risos) – eu montei um skate para mim, mas, sinceramente, atualmente está parado e pegando poeira – a desculpa? Falta de tempo.  É fácil encontrar pessoas que acreditam que a prática do “surf de asfalto” é de caráter mais recreativo do que de fato uma profissão. A prova de que esta suposição está completamente errada, é a existência do Street League Skateboarding.

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Para os aficionados por novas experiências… a TAKEN é uma festa extremamente indicada

Sinceramente, a mente humana não tem limites para criatividade. Acompanho a um tempo – a um bom tempo, diga-se de passagem – o cenário da música eletrônica nacional e internacional, mas durante todo este período, eu nunca tive a oportunidade de ler, assistir, ouvir ou estar presente em um evento que eu pudesse dizer: “esta é a ideia mais louca e criativa que eu já tive notícia”. Até hoje.

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A resposta sobre a vida, o Universo e tudo mais é… Não, não é 42!

Imagine ter todas, ou quase quase todas, as respostas do mundo na tela do seu computador? Todo o conhecimento coletado pela humanidade disponível para acesso instantâneo, bastando, apenas, uma simples procura em uma barra de pesquisa. Tal ferrameta parece com o super-computador do Guia do Mochileiro das Galáxias, não é mesmo? Segue a mesma ideia, mas a resposta sobre a “vida o Universo e tudo mais” não é 42, é Wolfram Apha.

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Como foi participar da 4ª edição do Lollapalooza Brasil

Se eu pudesse resumir todo o festival em uma única palavra, provavelmente eu usaria o termo: inesquecível.

Na minha opinião, se um festival chega a sua quarta edição reunindo mais de 150.000 expectadores/dia, é sinal de que algo está dando certo. E, através deste texto, irei explicar os principais motivos para você incluir o evento na sua agenda de 2016 – quem sabe ainda este ano, pois ainda dá tempo de confirmar a presença no Lollapalooza Chicaco, que ocorre entre os dias 31 e 2 de Agosto.

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Quer saber um pouco mais sobre o Vale do Silício? Então assista a Silicon Valley!

Já ouviu falar no Vale do Silício? Não? Deveria.

Não vou lhe julgar por não saber o que é a Silicon Valley, mas me sinto obrigado em explicar minimamente do que se trata:

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Local: Estado da Califórnia, Estados Unidos das Américas; função: reunir os gênios da tecnologia em um único lugar; no mais: empresas como Google, Facebook, Electronic Arts, eBay, entre outras, surgiram e cresceram neste campo fértil de inovação.

Com intuito de contar como surge uma empresa no Vale do Silício, o canal norte americano HBO criou uma série especialmente dedicada ao tema. Com o nome homônimo, Silicon Valley possui nada mais nada menos que 8.4 pontos no IMDb — para quem não sabe, para uma série tirar esta nota no canal precisa ser no mínimo genial.

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