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Sabe aquela imagem que explode sua mente só de olhar? Pois é deste tipo de arte que a gente vai falar aqui…

“Treslocados” discutem cultura mineira no YouTube

Sim, eles cantam, dançam, gritam, tocam, se beijam e fazem todos rirem. Essa é a dinâmica do projeto “Treslocados” canal do YouTube feito pelo ator Marlon Severo e pela musicista Lizandra Romano. Os assuntos dos vídeos tratam sobre a rotina dos profissionais de arte, os desafios de quem vive do mundo artístico e sobre a cultura de Juiz de Fora (MG), com o objetivo de destacar o melhor do teatro, da música, do cinema da cidade.

Eles pararam um pouquinho para conversar sobre os próximos passos do projeto. Vamos lá?

12210972_1845799848979650_1699996020_o Continuar lendo “Treslocados” discutem cultura mineira no YouTube

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Proposições fotográficas, o corpo: entre o ilusório e o real é mais nova mostra fotográfica de Juiz de Fora

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Produzida pelas artistas Lizandra Romano e Maria Vitória Resende, as 16 obras fotográficas estarão disponíveis para apreciação no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM), entre os dias 17 de setembro a 12 de outubro. Continuar lendo Proposições fotográficas, o corpo: entre o ilusório e o real é mais nova mostra fotográfica de Juiz de Fora

O mundo das tipografias de Risa Rodil

Risa Rodil tem 21 anos e é natural de Manila, Filipinas. Seu trabalho gira em torno de ilustrações, design gráfico (book covers, pôsteres e infográficos) e tipografia/lettering.

Além de designer, ela também é uma fangirl, por isso, seus trabalhos são voltados para as séries, filmes e mundo geek. Formada em Multimedia Arts em De La Salle – College of Saint Benilde, Risa mistura seu talento com o mundo das tipografias, retrô e minimalismo. Os resultados são literalmente obras de arte. 😀

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Inspirações a parte, Bishop é um artista com um toque de nostalgia

Vocês já devem ter percebido a minha afeição por ilustrações. Além das artes “estáticas” as animações também possuem um espaço reservado no meu coração. Meu gosto por desenhos tem raízes infantis, é claro. Disney, Cartoon Network, Nickelodeon e afins. Mas provavelmente os desenhos da Walt Disney Company são os mais encantadores. Meu favorito é o Atlantis – O Reino Perdido. Posso dizer que a esmagadora maioria das crianças, jovens e até adultos possuem algum filme favorito produzido pela gigante norte americana.

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Atlantis – O Reino Perdido (2001, Walt Disney Feature Animation)

Se você é fã dos desenhos produzidos pela Disney, provavelmente vai gostar dos trabalhos desenvolvidos pelo artista Randy Bishop. Um norte americano freelance naturalizado em Idaho, Estados das Montanhas Rochosas, especialista em desenhos leves, criativos e engraçados. Desconfio que a inspiração das artes do estadunidense é diretamente ligada às produções da Disney, devido aos seus traços leves, simples e com cores vivas.

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Além das ilustrações, Bishop trabalha com design, storyboarding, quadrinhos e outros. Em seu site pessoal, o artista afirma que suas inspirações vem de filmes, livros e outros artistas. Atualmente trabalha com projetos colaborativos junto com outros desenhistas.

Extremamente “delicado” e atencioso nas palavras publicadas em seu blog, Bishop além de talentoso também é generoso. O desenhista possui um perfil no You Tube que por lá ele compartilha vídeos mostrando suas técnicas de desenho, além de aparecer, inusitadamente, tocando uma guitarra e cantando (garoto talentoso!).

Veja abaixo algumas das artes produzidas pelo artista e julgue como preferir, mas sua inspiração máxima são os desenhos da Disney e ponto final.

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Ah! Se você quer ter uma noção de como as ilustrações do artista são feitas, dê uma olhada neste vídeo mostrando em time-lapse ele pintando o desenho do personagem da Marvel, Wolverine.

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avatar_lucas_portilhoLucas Portilho
correio.portilho@gmail.com

Alguns o chamam de nerd, CDF ou geek, mas na verdade é tudo isso e mais um pouco! Tem mania de pesquisar tudo sobre tecnologia. Gosta de jogos eletrônicos e seu esporte favorito é o… Hockey Sobre a Grama (heim?). Pessoas sedentárias têm sua simpatia (afinal é uma delas). Quote: “May the force be with you, or not, you can choose!”

Era uma vez um Jumento — O relato de uma história pelas lentes do renomado fotógrafo Marcelo Buainain

A Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte recebeu na última quinta-feira, 11, a obra – do fotógrafo e documentarista brasileiro Marcelo Buainain Era uma vez. Se trata de um projeto que visa contar a história de um animal – o jumento – que tanto contribuiu para o desenvolvimento do nordeste brasileiro e que, atualmente, parece estar condenado ao abandono, tendo se transformado, ainda, em sinônimo de atraso e lentidão.  Logo, se fosse alçado à condição de ser humano, creio que receberia o título de persona non grata nº 1. As referências pejorativas, resultantes do imenso desapreço, se contrapõem a visão do fotógrafo que, por meio da sua arte, tenta resgatar uma imagem mais positiva que, outrora, esse ilustre personagem do sertão possuía.

“Cheguei à triste conclusão de que Era uma vez o nosso litoral! Era uma vez o nosso povo! Era uma vez a esperança de um Brasil gigante, civilizado e exuberante! Assim, à medida que me aprofundava neste trabalho, conversava com as pessoas e documentava as realidades do sertão e litoral, fui compreendendo que o abandono dos jumentos simbolizava o descarte de uma cultura e valores que não precisariam ser desprezados em nome do desenvolvimento. Esse entendimento me levou também a perceber que Era uma vez o jumento, o jegue, o jerico, o burro, o roxinho…”, explica o fotógrafo

Eis que, Era uma vez …

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Na música Apologia ao Jumento, Luiz Gonzaga diz que “o jumento é nosso irmão” e “o maior desenvolvimentista do sertão”. Para exemplificar, o cantor e compositor conta, ainda, que o animal já arrastou lenha, madeira, pedra, cal, cimento, tijolo, telha, contribuiu na construção de açudes, estradas de rodagem, carregou água para a casa do homem e já serviu como meio de transporte. O Rei do Baião ressalta também os maus-tratos – a que os animais são submetidos constantemente – como a injusta “recompensa” destinada àquele que deveria ser tratado com mais respeito, tendo em vista sua importância social, econômica e cultural. Não por acaso Buainain mostra, além dos animais nas fotografias, o homem. Como o artista (pois é o que ele é) costuma dizer: “não consigo fotografar sem inserir o ser humano no contexto”. E no ensaio fotográfico Era uma vez, sua presença é parte integrante, e primordial, para se fazer repensar a relação que há entre o ser humano e aquele que faz parte da história de um povo.

O Ensaio Fotográfico, Era uma vez, que já recebeu o XIII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Fundação Nacional de Artes (Funarte) em novembro de 2013, ficará em exposição na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, Praça 7 de setembro, Centro, até dia 2 de fevereiro de 2015.

Um pouco mais sobre Marcelo Buainain

Ele nasceu em Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul e na década de 90 fixou residência na Europa onde realizou diversos trabalhos como free lancer para publicações brasileiras e europeias. No ano de 2002 voltou para o Brasil e foi morar na região nordeste do país. Como está escrito na biografia divulgada em sua página oficial, “em 2011, a revista brasileira PhotoMagazine incluiu Buainain entre os dez fotógrafos brasileiros da década e é neste ano que ele retoma a fotografia publicando o seu quarto livro, Mi Amas Vin, obra contemplada em 2013 no concurso internacional POY (Picture of the Year) Latam com a Menção Honrosa do Júri na categoria de Melhor Livro do Ano.”

mi amas vinMi Amas Vin – Demonstração de fé e devoção sob o olhar de Buainain

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Índia - Quantos Olhos tem uma Alma02Índia – Quantos olhos tem uma alma. Por Marcelo Buainain

E ai ? Gostou ? Então clique aqui para visitar a página oficial do fotógrafo Marcelo Buainain e, assim, saber mais sobre ele 🙂

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avatar_bruno_luis_barrosBruno Luis Barros
brunoluisbarros@hotmail.com

Um ser humano um tanto louco, ex-ator de teatro, formado em publicidade e propaganda e que acabou chegando à conclusão que quer mesmo é ser Jornalista. Firme em seu propósito, ele voltou para a sala de aula com o objetivo de estudar jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá. Nesta instituição se tornou pesquisador do Projeto de Iniciação Científica intitulado “Entre a ficção, realidade e entretenimento: Representações de Jovens da periferia na TV e no cinema” e, também, já teve artigos de opinião publicados no jornal impresso Diário Regional. Uma de suas características marcantes é o bom humor e a vontade constante de fazer outras pessoas sorrirem. Seu planos profissionais e pessoais? Ter o poder de transformar, todos os dias, o fato em notícia e, assim, transmitir a informação, promover o debate e a reflexão, quem sabe escrever um livro, pesar mais de 53 kg (ele tem fé que um dia conseguirá), fazer implante de cabelo e uma cirurgia para reduzir o tamanho do nariz.

Tom Bagshaw – Um britânico fascinado por tatuagens femininas

Já passaram por essa situação? Você está na rua andando, quando de repente passa ao seu lado uma pessoa com uma tatuagem “de cair o queixo”. Aquelas bem trabalhadas, detalhadas, ao ponto de parecer que aquela (aquele) menino (menina) nasceu com arte no corpo.

E se ao invés de uma pessoa a mesma situação ocorresse com uma pintura ou ilustração? E se ao invés de você ter visto a tatuagem enquanto andava na rua, você estava “passeando” por perfis no Tumblr? Foi o que aconteceu comigo ao conhecer o trabalho do artista Tom Bagshaw.

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Hera – Tom Bagshaw

Nascido na Inglaterra, Bagshaw trabalha como ilustrador comercial e também é chamado de Mostlywanted, seu apelido. Representado pela “The Central Illustration Agency“, uma agência especializada em design e publicidade baseada em Londres, o artista já trabalhou para clientes internacionais no ramo da moda, publicidade e editorial. Entre estes clientes estão as empresas: Saatchi & Saatchi, Sony, a BBC, The Daily Telegraph, Kraft, GQ, Future Publishing, Scholastic e Random House.

Suas criações já rodaram o mundo. Galerias como a Corey Helford Gallery, Bold Hype e Spoke Art servem de amostra das exposições que o artista faz menção em sua página oficial.

Com aproximadamente 386.713 curtidas na sua página do Facebook, o ilustrador serve de inspiração para outros artistas, trabalhos editoriais, e sinceramente, para boas ideias de tatuagem. O motivo? A grande maioria das pinturas, ilustrações, e artes vetoriais são de mulheres com belas artes no corpo. Abaixo você pode conferir alguns dos trabalhos de Bagshaw, inclusive, uma editoria de moda inspirada nos trabalhos do artista.

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Dawn – Tom Bagshaw

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Final Act – Tom Bagshaw

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Chrisalis – Tom Bagshaw

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Pandora – Tom Bagshaw

“Making Off do ‘Eu Fotografando Ilustradores’ baseado na obra de Tom Bagshaw e organizado por Mara Hernández.”

A arte inspiradora de Jeremy Geddes

Não sei vocês, mas constantemente alguma arte divulgada na internet me chama a atenção. Imagens como pinturas, gráficos e desenhos feitos analogicamente ou pelo computador. Inclusive, algumas delas eu salvo para poder ficar observando.

Aqueles que gostam de jogos de terror ou ficção científica vão adorar os trabalhos do australiano Jeremy Geddes. Infelizmente você não encontra facilmente informações sobre o autor na internet, mas sem dúvida é um artista que merece uma “mineração na internet”.

Descobri que ele vive e trabalha em Melbourne (Austrália), estuda arte desde os anos 90, e trabalhou inicialmente com videogames, sendo, inclusive, diretor de arte.

Seus trabalhos já foram apresentados em diversos países do mundo, da China aos Estados Unidos. Atualmente ele trabalha com pinturas (no primeiro contato que tive com as imagens pensei que eram feitas inteiramente pelo computador).

Jeremy possui um site, um Instagram, um grupo no Facebook e um blog (que, por sinal, é o “lugar” onde ele mais faz “aparições”).

O artista é ganhou prêmios o Spectrum Awards, The Crichton Award Shortlist, CBC Noteable Books 2006 e The Aurealis Awards 2005.

Você pode conferir algumas das obras dele logo abaixo (faça como eu: separe um tempo do seu dia para poder ficar observando as imagens e aproveite para ir além. Imagine aquele conteúdo em uma história, animação ou até em um filme):

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The Red Cosmonaut /// 2009 /// Óleo sobre Tela /// 26×27 polegadas

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The Street /// 2010 /// Óleo sobre Tela /// 34×25 polegadas

Miserere 6

Miserere 6 /// 2012 /// Óleo sobre Tela /// 18×18 polegadas

Cluster

Cluster /// 2011 /// Óleo sobre Tela /// 44.5×44.5 polegadas

Miserere 2

Miserere 2 /// 2012 /// Óleo sobre Tela /// 18×18 polegadas

Begin Again

Begin Again /// 2012 /// Óleo sobre Tela /// 21 1/2×25 polegadas

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A Perfect Vacuum /// 2011 /// Óleo sobre Tela /// 20×35 polegadas

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Adrift /// 2011 /// Óleo sobre Tela /// 29.5×29.5 polegadas

Quer ver mais? Visite a página do artista.

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avatar_lucas_portilhoLucas Portilho
correio.portilho@gmail.com

Alguns o chamam de nerd, CDF ou geek, mas na verdade é tudo isso e mais um pouco! Tem mania de pesquisar tudo sobre tecnologia. Gosta de jogos eletrônicos e seu esporte favorito é o… Hockey Sobre a Grama (heim?). Pessoas sedentárias têm sua simpatia (afinal é uma delas). Quote: “May the force be with you, or not, you can choose!”