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Nostalgia: se lembra dos MP3, MP4, MP5, MP6?

Eram tantos! Até o final da década passada, tínhamos vários desses aparelhos que eram febre entre o público de 15 a 30 anos. Com o tempo, foram substituídos pelos smarthphones e outros gadgets. Assim como atualmente é moda trocar os modelos do iPhone, era uma prática trocar os “Mp’s” conforme iam surgindo os lançamentos. Hoje ele não são tão lucrativos, devido a existência de aparelhos que oferecem serviços de streaming e On Demand, que atualmente representam 51% das vendas digitais no Brasil.

Após esta introdução… uma curiosidade…

Já se perguntou por que existem apenas aparelhos multimídia a partir do número 3? Onde estão o MP1 e MP2? De acordo com o portal Olhar Digital, o MP1 e MP2 são formatos de compressão de arquivos de áudio que recebem, respectivamente, as extensões “.mp1″ e “.mp2″. Eles apresentam uma baixa qualidade nos arquivos comprimidos e também uma alta taxa de compressão. Devido a esses fatores, o MP1 e o MP2 não são muito utilizados para áudio. Nos anos 90, eles serviram para atender algumas necessidades de aparelhos de TV.

Então, vamos relembrar? Continuar lendo Nostalgia: se lembra dos MP3, MP4, MP5, MP6?

Wearable technology: mais do que o próximo gadget

Muita gente no início de 2014 falou que aquele seria o ano dos “wearables”, ou seja, dos gadgets que nós utilizaríamos em nossos corpos como roupas ou acessórios de moda. Mas pouca coisa mudou.  Em 2015, no entanto, a tal revolução dos wearables pode enfim acontecer. O motivo? A Apple lança em algumas semanas o Apple Watch. E quando a Apple lança, geralmente a coisa espalha de verdade… E provavelmente é o que vai acontecer com os Smart Watches (que já existem, mas com baixa vendagem), até que cheguem os apocalípticos chips implantados, para delírio dos religiosos. Se você não está por dentro de todas as mudanças que a adoção em massa dos wearables pode influenciar, não deixe de ler este post!

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Por que ainda uso o Mozilla Firefox?

No momento em que escrevo esse post o Google Chrome é o navegador de internet mais popular, com mais de 60% do mercado. Então as chances de você estar usando o browser da companhia de buscas é grande. Por que, então, perder tempo usando outro navegador se o Google Chrome atende tão bem à maioria? Continuar lendo Por que ainda uso o Mozilla Firefox?

Save the date! Um dos eventos de tecnologia e inovação mais aguardados do ano está com data marcada

Se você é desenvolvedor, designer, ou uma pessoa muito curiosa, provavelmente já ouviu falar em um dos maiores e melhores eventos na área da inovação e tecnologia de todo o mundo: o Google I/O (se lê Google AIÔ).

Caso esteja bioando, continue aí! Você está visitando a bat-página correta. Mas antes de explicar do que se trata esse tal “super encontro”, vamos às notícias:

O anúncio acima foi dado pelo vice presidente de produtos sênior, Sundar Pichai. Pessoa responsável, inclusive, por um dos painéis do Google I/O.

Dividido em dois dias, 28 e 29 de Maio, o Google I/O pode ser considerado o éden para aqueles que estão atrás de inspiração, aprendizado ou para testar os últimos produtos desenvolvidos pela Google.

Organizado anualmente, a conferência faz sete anos de existência em 2015. Desde 2008, o evento ocorre na mesma bat-cidade de São Francisco, Estados Unidos, reunindo diversos profissionais das áreas de tecnologia e design.

Durante os dias de I/O, temas como tecnologia móvel, vestível, inovações conceito e outros temas de utilidade ou curiosidade, são apresentadas e transmitidas pela internet através do You Tube.

Mas é claro, estar presente de corpo e alma em uma conferência como esta, tem muito mais “graça” do que assistir do computador! Utilizar em primeira mão inovações como o falido Google Glass é uma das melhores vantagens de conferir tudo com os próprios olhos.

Se não bastasse todas as palestras, workshops e cursos que são promovidos durante os dois dias, o site do evento possui um design impecável! Experimente clicar no balão que ilustra um controlador de som. Não se esqueça de deixar a criatividade rolar solta!

Google I O 2015

O círculo em vermelho indica o local para experimentar a nova funcionalidade desenvolvida pela Google

Neste ano, os ingressos para a conferência estarão a venta a partir do dia 17 de Março às 9 horas da manhã (horário do Pacífico). Com apenas dois dias para garantir a presença no evento, a previsão é de que no dia 19 de Março, às 17h, os bilhetes já estejam esgotados.

Portanto, você nerd, profissional de TI, designer ou curioso, prepare os dedos no teclado, o bolso e guarde muita empolgação, porque o I/O está chegando.

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avatar_lucas_portilhoLucas Portilho
correio.portilho@gmail.com

Alguns o chamam de nerd, CDF ou geek, mas na verdade é tudo isso e mais um pouco! Tem mania de pesquisar tudo sobre tecnologia. Gosta de jogos eletrônicos e seu esporte favorito é o… Hockey Sobre a Grama (heim?). Pessoas sedentárias têm sua simpatia (afinal é uma delas). Quote: “May the force be with you, or not, you can choose!”

Problema detectado, analisado e destruído, digo, traduzido

Qual é a frequência que você utiliza o Google Tradutor no seu dia a dia?

a) Diariamente, pois leio textos em inglês e meu nível de compreensão da língua não é lá grandes coisas…

b) Regularmente, pois tenho compreensão da língua, mas tenho preguiça de usar um dicionário

c) Rarely, because I’m a native speaker of English (or another language)

Seja lá qual for a opção escolhida, provavelmente pelo menos uma vez na sua vida você teve que utilizar os serviços de tradução do Google para compreender um conteúdo online (ou até mesmo, offline). Ou melhor, não vou me prender ao exemplo da gigante de buscas, mas dicionários online especializados, tradutores de “concorrentes” (como o Bing Traslator) e outros serviços similares são constantemente acessados por usuários famintos por informação.

google-translate-logo

Sabe-se que por mais que o serviço de tradução da Google seja uma “mão na roda” para leigos de certas línguas, alguns pequenos detalhes (que dependo do tamanho do texto se torna uma bola de neve) nos faz perder a confiança naquele conteúdo. Gramática, léxico (conjunto de palavras) e até grafias que o Tradutor não reconhece, dificulta o entendimento daquilo que está escrito.

Como solução, a gigante de buscas lançou uma comunidade interessante para aqueles que estão aprendendo uma língua estrangeira (e quer dar uma força para os leigos), o Translate Community.

community icon v3

Segundo o arquivo do Docs disponibilizado pela Google no FAQ da própria página do Tradutor, o Google Translate Community é uma plataforma para tradutores entusiastas e voluntários interessados em promover qualidade de tradução para ajudar a ferramenta de pesquisa. Ainda é explicado que o Tradutor é uma máquina baseada em algorítimos, que as vezes necessita de uma “ajuda” de falantes nativos para que a ferramenta “aprenda” um pouco melhor.

Para que você possa fazer parte deste grupo, basta acessar a página principal do projeto, ter uma conta na Google e selecionar as línguas que está apto à traduzir. Abaixo você pode conferir um pequeno esquema do “passo a passo” de como fazer as traduções para a comunidade.

Google Translate

1. Notaram alguma diferença na página do Google Tradutor? Este link (destacado com uma caixa vermelha) é sua porta de entrada para a comunidade!

Translate Community  Help us improve Google Translate

2. Após acessar o link, você é direcionado à esta página (caso você ainda não faça parte da comunidade, esta sessão estará em branco). Aqui você pode visualizar as opções: Traduzir ou checar.

Translate Community  Help us improve Google Translate_options

3. Caso você ainda não faça parte da comunidade, ou já faz, mas ainda não escolheu as línguas que está apto a traduzir, você pode escolher as diversas opções aqui.

Translate Community  Help us improve Google Translate_check

4. Esta é a opção de checagem. Caso você leia uma tradução que não condiz com a sua língua, marque como incorreto, caso contrário, correto.

Translate Community  Help us improve Google Translate_translate

5. Já esta, é uma opção para tradutores mais avançados da língua escolhida, pois você irá digitar a opção que encaixará perfeitamente em uma frase aleatória.

Nos dias que eu me sinto um pouco entediado, ou afim de ajudar algum projeto interessante, eu abro a página do Tadutor Community para passar horas e horas traduzindo conteúdos em inglês para o português. Se você gosta de francês, alemão, mandarim, ou qualquer outra língua, não deixe de ajudar este projeto, pois nunca se sabe quando um leigo irá precisar de um conteúdo traduzido da rede. Afinal de contas, informação é poder!

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avatar_lucas_portilhoLucas Portilho
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Alguns o chamam de nerd, CDF ou geek, mas na verdade é tudo isso e mais um pouco! Tem mania de pesquisar tudo sobre tecnologia. Gosta de jogos eletrônicos e seu esporte favorito é o… Hockey Sobre a Grama (heim?). Pessoas sedentárias têm sua simpatia (afinal é uma delas). Quote: “May the force be with you, or not, you can choose!”

O projeto finalista do TechCrunch Hardware Battlefield irá fazer os fãs de eletrônica irem a loucura

Você tem ideia de como funciona um aparelho eletrônico? Quando criança, já teve a experiência de abrir um carrinho de controle remoto, um brinquedo, ou até o rádio da sua mãe só para saber o que tinha dentro? O que achou? Provavelmente uma placa verde cheio de tracejados prateados e algumas outras parafernálias soldadas ao “corpo” do brinquedo ou objeto.

Computer Circuit Board

Para que qualquer tipo de dispositivo trabalhe, é necessário que uma “rede” de conexões estejam funcionando de forma coordenada. Como assim? Lembra da placa verde cheio de caminhos na cor prata? Nestes caminhos corre uma corrente elétrica. Às vezes, nestas correntes, chips, difusores e outros componentes trabalham para que aquele artefato funcione. Seja ele complexo (o computador que está lendo este artigo), ou simples (um carrinho de controle remoto).

Muitas pessoas consideram a prática de soldar, montar e desmontar redes elétricas um verdadeiro hobby. Às vezes pode demorar horas, dias e até semanas para construir um dispositivo funcional. Mas, e se estes fãs da eletrônica tivessem um aparelho que fizesse “o serviço sujo” para eles? Não é necessário fazer força para imaginar, já existe uma solução para este “problema” (eu não vejo como problema, mas sim um entreposto de tempo), e esta inovação, inclusive, já tem nome: Voltera.

Voltera_300dpi_dark_name_below

Custom circuits, just press print” – Circuitos customizáveis, apenas aperte imprimir

Esta é a frase que introduz a página oficial do projeto. Uma definição relativamente simples, mas com um sentido extremamente poderoso. Ao invés de “gastar pestana” produzindo um circuito, que tal partir para o projeto final? Talvez o acabamento, outras funcionalidades e etc.

Segundo a empresa, o objetivo do equipamento é diminuir custos, tempo e aumentar a capacidade de produção do “pesquisador”.

Pelo visto, a ideia genial de produzir uma impressora de circuitos deu certo! Tão certo que este projeto foi ganhador do TechCrunch Hardware Battlefield 2015. Um evento que reúne projetos do mundo todo para competir e conquistar um espaço ao Sol do “empreendedorismo do Vale do Silício”.

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Alguns o chamam de nerd, CDF ou geek, mas na verdade é tudo isso e mais um pouco! Tem mania de pesquisar tudo sobre tecnologia. Gosta de jogos eletrônicos e seu esporte favorito é o… Hockey Sobre a Grama (heim?). Pessoas sedentárias têm sua simpatia (afinal é uma delas). Quote: “May the force be with you, or not, you can choose!”

Um mês com meu Kindle PaperWhite

Esse não é mais um review de tecnologia falando sobre produtos que custam barato nos Estados Unidos e têm preços proibitivos no Brasil. Só mesmo no Brasil um iPod Shuffle de US$49 se transforma em R$360 e um Kindle de U$119 vira magicamente um aparelho de R$479 vendido diretamente da fabricante. Produtos de massa aqui são automaticamente de elite, e é por aí que a banda toca.

Pausa para prestar meu respeito a você, que tem orgulho de ser Brasileiro, pátria amada, Brasil!! Eu estou mais para David Luiz depois de 7×0. Para os amantes de tecnologia (ou de muita coisa que rola no MUNDO!), tá difícil…

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O fato é que a Amazon chegou no Brasil e eu achei que seria a revolução para os amantes dos livros. Mas na prática a evolução do mercado digital de livros nas terras tupiniquins está devagar, mas já falamos sobre o problema do brasileiro com a leitura.

Sem dúvida acesso (leia-se $$$) ao leitor digital é um problema. Seria bom se todos pudéssemos pagar um preço justo pelo produto, mas por aqui só parcelando para caber no orçamento.

Ainda assim, o Kindle Paperwhite vale cada centavo se você quiser investir em leitura. Esse leitor digital da Amazon tem preço intermediário, não sendo nem o mais caro, nem o mais barato da categoria. Na data de publicação deste post, o produto custava R$479 reais e poderia ser pago em até 12x sem juros.

kindle-paperwhite-with-special-offersVale lembrar que, se você faz questão da experiência sensorial do livro, esse pode não ser um investimento que valha a pena. Mas se seu barato é ler o máximo e gastar o mínimo (cá entre nós, viva o download), você nem deveria pensar duas vezes.

Há exatamente um mês eu comprei o meu Kindle e, desde então, já foram 7 livros lidos. O Kindle é muito mais leve que um livro de papel, e em relação ao aspecto visual e conforto de leitura, em nada fica devendo.

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Sem falar que ele não cansa os olhos, pois o display usa uma tecnologia diferente dos tablets. Ele não dá reflexo, mesmo em um dia ensolarado, ao ar livre.

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Outra coisa muito bacana: chega de esperar a entrega daquele livro que você queria começar a ler imediatamente. Na loja da Amazon você baixa de graça um trecho do livro e, se gostar, efetua a compra com um clique. Em SEGUNDOS o livro inteiro é “entregue” no seu aparelho.

Em 2011 eu tive meu primeiro Kindle e, por um azar, ele estragou. Desde então eu penso que deveria comprar outro, pois minha quantidade de livros lidos caiu consideravelmente desde que ele deu defeito.feature-goesbeyondabook._V352900220_

Por enquanto minha teoria está se provando verdadeira no que diz respeito a livros digitais: difícil ler em tablets ou celulares, nos quais você tem distrações “convidativas” que a todo tempo interrompem a leitura, como notificações, FB e email.

O Kindle é um dispositivo dedicado (só serve para ler!), e possui recursos incríveis que fazem a gente aprender o tempo todo, como dicionários, integração com Wikipedia e uma longa lista de recursos que você provavelmente nem sabia que existiam.

Se você tem um projeto de ler mais em 2015, esse pode ser um grande incentivo!

PS: O Kindle tem integração com o Goodreads!

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avatar_renata_pradoRenata Prado
pradorenata@gmail.com

Multitask por natureza, é professora, pesquisadora, jornalista e doutoranda em Tecnologias de Comunicação e Cultura. Tem planos para dominar o mundo, mas boa parte do tempo fica feliz lendo um bom livro.  Ama cachorros, é vegetariana e possui sangue nerd correndo nas veias